Tâo adverso a tudo o q se remete.ao.meu cofididiano eu posfo essa.merfa, quen sabe sabe rarsrsrs
Intensamente adverso à tudo o que se remete a meu cotidiano, agora posto esta merda. Quem sabe...
Música do Eu
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sábado, 14 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Estado de espírito...
Depois da tempestade vem a bonança e depois outras tempestades logicamente.
A volatilidade da disposição de espírito intriga-me. O estado atual da vida de um indivíduo
pode não haver mudado depois de uma noite de descanso, que mesmo assim ao amanhecer
o dito cujo estará mais calmo, com esperanças renovadas, apesar de todos os problemas serem os mesmos e precisarem de solução.
Será um mecanismo de defesa para garantir a sobrevivência? Animais desencorajados e abatidos são mais propensos a serem atacados por seus predadores naturais.
Então o mais instigante é a fisiologia humana e como ela evolui.
Temos nossos processos vitais automáticos e temos nossa intelectualidade. A intelectualidade também é um processo automático. Mesmo os menos perspicazes não param de pensar, imaginar, de criar. A questão é que conseguimos nos distanciar de nós mesmos. Criamos diversos pontos de vistas aéreos para nos analisarmos, assim somos capazes de nos autoavaliarmos sob diferentes matizes e de forma totalmente consciente traçar planos e projeções para se promover mudanças. Mudanças essas que ao mesmo tempo surgem no interior do indivíduo e de fora dele.
Contudo, se o estado de espírito pode ser mudado com força de vontade e reflexão, quem sabe ele não possa se manter inalterado? Obviamente sem intervenções de crenças...
domingo, 8 de janeiro de 2012
O mesmo do mesmo...
Independentemente da duração, tipo e tensão de um relacionamento seu fim sempre gerará algum sentimento ruim.
O fado para os que formam a grande massa é associar-se uns com os outros. Eles estão destinados aos inúmeros sofrimentos que são a escória da escolha natural que fizeram, fazem e farão.
O fado para os que formam a grande massa é associar-se uns com os outros. Eles estão destinados aos inúmeros sofrimentos que são a escória da escolha natural que fizeram, fazem e farão.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Caminho...
A necessidade inerente de que tudo o que quero se realize,
que tudo o que planejo dê certo, mata-me.
Tento a todo momento uma fuga definitiva deste desejo,
contudo falho, falho, falho...
A sobra deste "não acerto" afligi-me mais que qualquer outra falha,
porque esta idéia emerge de meu âmago sendo meu conceito maior.
É engraçado como aparentemente a conduta de vida que almejo
em hipótese é simples, porém fatos cotidianos arremessam em meu rosto
o excremento fétido do engano, a amargura da realidade.
Por natureza os homens buscam sociedades. Ser alheio e escolher não
se envolver inteiramente neste laço é uma tarefa árdua por ser uma fuga
à cultura humana.
Ei de amenizar a atração por este engodo. O calor das relações humanas
não passa de um enfeite atrativo, pois no final o que resta é o frio
que a decepção causa, o peito comprimido...
Quero distância, não quero envolvimento. Nada.
O caminho é tempestuoso, mas ei de conseguir a prova de que a única necessidade do meu eu é ele mesmo.
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